eu vou vomitar, corro pro banheiro, mas voê não tá lá pra segurar minha cabeça.
vomito sozinha, sempre, e engul ode novo depois, antes que você chegue, pra que a casa pareça ter estado sempre limpa.
vomito e engulo e vomito de novo. intolerância ao seu leite que você já nem me dá.
e agora vomito de vez, vomito pra sempre, vomito pra fora, com força, pra fora da janela, vomito por cima das casas e prédios, e você vai perdido boiando no vômito, até que eu dê a descarga e pronto.
você já era.
domingo, 30 de março de 2008
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Um comentário:
é. são exatamente essas perguntas que me deixam sempre e sempre mais doída por dentro. sempre buscanso saber 'até quando se pode viver até que as feridas virem um troço que te mata', mas nunca encontre nenhuma resposta e aí, quando eu esqueço de procurar, por um ou outro momento de relapso, lá caio eu de novo na mesma armadilha. acho que estou curada. e aí, como todo bobo sabe bem, lá estão as feridas, mais abertas, mais esgaçadas ainda...
queria poder vomitar também.
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